Saiba quais os 17 presos que não voltaram do saidão de "ladrões a assassinos" - Conexão Correio

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Saiba quais os 17 presos que não voltaram do saidão de "ladrões a assassinos"

Crédito foto ED ALVES/CB/D.A.Press Dezessete criminosos estão sendo procurados pelas forças de segurança pública do Distrito Federal. Eles f...

Crédito foto ED ALVES/CB/D.A.Press

Dezessete criminosos estão sendo procurados pelas forças de segurança pública do Distrito Federal. Eles foram beneficiados pela 2ª saída temporária, que aconteceram entre os dias 21 e 24 de março, e não retornaram ao Centro de Progressão Penitenciária (CPP), da Penitenciária Feminina do DF (PFDF), e do Centro de Internamento e Reeducação (CIR). No total, 1.626 detentos foram beneficiados pelo saidão.

No site da Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape) foram divulgados 13 custodiados, que estão foragidos.

Fiscalização e capturas

Nessa quarta-feira (26/3), a Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape), por meio da Diretoria de Fiscalização da Polícia Penal (DFPP), realizou 2.689 fiscalizações em 30 Regiões Administrativas. A operação que mobilizou 234 policiais penais, divididos em 66 equipes, resultou em dois internos recolhidos antecipadamente, além do atendimento de uma ocorrência de ameaça e lesão corporal.

O cidadão que testemunhar algum custodiado descumprindo as condições do regime domiciliar ou os benefícios das saídas temporárias, deve denunciar pelos seguintes canais:

Site Denúncia Anônima.

Telefone: (61) 99666-6000.

Critérios

A Seape publicou neste mês de março, a Portaria nº 51, que estabelece critérios específicos no processo de atualização de endereços, incluindo a apresentação de comprovante de residência atualizado – dos últimos 90 dias, coordenadas geográficas do endereço e uma foto da fachada da residência.

Além disso, é necessário preencher uma ficha com informações detalhadas, como nome do reeducando, o endereço completo com ponto de referência e telefone e a identificação dos moradores e seus vínculos com o apenado.

Com um endereço mais preciso, será possível localizar a residência dos beneficiários com maior facilidade, garantindo que as regras do benefício sejam cumpridas e contribuindo para a redução de eventuais fraudes ou inconsistências no cadastro.

Da redação do Conexão Correio com Metrópoles


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